1. Detalhes de decoração
Ao longo da vida, acumulamos miudezas: um souvenir de viagem, um bibelô
herdado da avó, objetos de decoração. Mas a verdade é que quanto menos
mimos houver na sala, melhor. Caso você tenha bibelôs, agrupe-os em um
só lugar em vez de espalhá-los. O mesmo vale para coleções: elas ganham
força na decoração quando estão reunidas. Outra dica é protegê-las em
caixas de acrílico, feitas sob medida, ou em caixas decorativas com
tampa. Pequenos objetos do cotidiano — canetas, bloquinho e cardápios de
delivery — devem ficar escondidos, mas sempre à mão.
2. Arrumação desde a entrada
Tenha estantes, use gavetas, crie caixas. Ouse reciclar e acolha os
materiais baratos – pense em papel kraft, caixas de feira e nichos de
madeira. Intercale móveis de nichos abertos e fechados; afinal, ninguém
precisa ver as chaves do seu carro nem a fatura do seu cartão. Se
possível, posicione um “móvel de organização” perto da porta de entrada,
mas em local discreto. Em uma casa menor, só cabe o que importa:
livre-se de tudo o que entulha a vida. Delete o supérfluo. Arquive as
memórias. Resuma. Nutra o hábito de classificar o essencial. Faça da
organização um ritual de purificação, não uma penitência. E, sobretudo,
permita o vazio e celebre-o. Ele é um convite à criação.
3. Gavetas protegidas
Para evitar que o pó se instale em roupas e demais pertences, forre
suas gavetas com tecido. Transforme um acolchoado velho em forro,
costure uma fita de cetim nas laterais e borrife uma essência de lavanda
ou capim-cidreira no lado oposto ao que ficará em contato com as peças.
Sachês de algodão e bolinhas de argila expandida também são bem-vindos
para manter o cheirinho agradável. Para perfumá-las, mergulhe-as por
dois dias em um recipiente com essência e deixe-as secar pelo mesmo
tempo. Evite as bolinhas de madeira: elas podem atrair cupins.
4. Brinquedos, bichinhos e afins
Quarto de criança, na maioria das vezes, é sinônimo de bagunça. São
tantas roupas e brinquedos que é fácil perder o controle. Se os armários
já não dão mais conta de manter a ordem, faça uso de caixas com tampa,
excelentes para organizar os brinquedos por categoria. Identifique-as
com etiquetas para facilitar a busca. Baús com rodízios auxiliam na
arrumação, principalmente quando o espaço é pequeno. E adote uma prática
sustentável: quando a criança ganhar um novo brinquedo, doe um antigo.
5. Organize os fios
Ainda que sejam avançados, muitos dos aparelhos, com exceção dos
produtos wireless, precisam de fios e cabos para funcionar. O emaranhado
próximo às paredes deixa o ambiente com cara de bagunçado. Por isso, a
melhor solução é escondê-los. Ainda que você queira seus aparelhos à
mostra, os fios podem ficar dentro de caixinhas especiais ou passar por
dentro das portas e paredes. Com um projeto bem pensado, você evita as
canaletas aparentes ou as espirais plásticas que unem fios.
6. Armários arrumados
Roupas e sapatos desorganizados causam ansiedade e fazem com que você
pense não ter peças suficientes. Guardar tudo em caixas debaixo da cama
não resolverá o problema. Pelo contrário, só dificultará a limpeza. Para
arrumar o guarda-roupa e o closet, esvazie o espaço completamente.
Limpe o piso, as paredes e prateleiras. Descarte itens que não servem
mais. Divida as roupas por tons e de acordo com as estações. Providencie
caixas ou gavetas para peças pequenas, como cintos, meias e cachecóis.
Ao chegar em casa, deixe sapatos e roupas usados em locais ventilados
antes de guardá-los.
7. Santos remédios
Bicarbonato de sódio, vinagre branco e uma escovinha. Com esses
produtos comuns e baratos, encontrados no supermercado, é possível
higienizar uma porção de coisas na casa. Considerados excelentes
alvejantes, o bicarbonato e o vinagre podem, por exemplo, tornar capas
de almofadas, tapetes e toalhas mais brancos. Na bacia com cinco litros
de água, coloque um pouco de vinagre e deixe as peças de molho por uma
hora. Depois, lave com sabão em pó. Outra opção é deixar os itens
mergulhados em água fria, sabão em pó e uma xícara de chá de
bicarbonato. Colchões e travesseiros também se beneficiam com esses
ingredientes. Embora os ácaros nunca sejam totalmente eliminados, podem
ser diminuídos com uma solução caseira: três litros de água e 200 ml de
vinagre branco. Aplique no colchão e nos travesseiros com a escova, sem
encharcar. Para suavizar o mau cheiro de tapetes e carpetes, experimente
polvilhar bicarbonato sobre eles e, em seguida, passar o aspirador de
pó.
8. Paredes sem manchas
Pintura não é para a vida toda. Em uma casa, o “prazo de validade” fica
em torno de dois anos, quando as paredes começam a amarelar e a exibir
as marcas dos móveis. Se não for possível realizar nova pintura, tente a
faxina. Tintas laváveis podem ser limpas com água, detergente e esponja
macia. Só não esfregue com muita força para não danificar o acabamento,
principalmente nas superfícies foscas. Se as paredes apresentam mofo, é
necessária uma nova pintura. Nesse caso, pulverize uma mistura de água
sanitária e água limpa em partes iguais. Deixe secar por uma hora e
raspe o local. Repita a operação, espere 24 horas e somente depois
aplique a tinta.
9. Pia da cozinha: atenção
Esponja, pano de prato e lixeira. Esses três itens escondem perigos!
Maior veículo de contaminação por micro-organismos, as esponjas, depois
de usadas, devem ser limpas com água e sabão e levadas ao micro-ondas
envoltas em papel-toalha por um minuto. Ainda assim, recomenda-se
trocá-las a cada semana. Panos de prato, por reterem umidade e
micróbios, devem ficar longe das louças. Deixe-as secar no escorredor.
Quanto às lixeiras, prefira as de pedal, que ficam no chão, longe do
preparo dos alimentos. Ao término de uma refeição, troque o saquinho,
mesmo que ele não esteja totalmente cheio.
10. Persianas e ventiladores sem pó
Persianas e ventiladores acumulam pó e podem prejudicar o bem-estar na
casa. A higienização deve ser semanal ou, em locais muito poluídos e com
maresia, diária. No caso das persianas, limpe os dois lados das lâminas
com o aspirador de pó utilizando o bocal de escova. Jamais aplique
produtos químicos. Ventiladores de mesa podem ser desmontados e ter as
hélices lavadas com água e sabão. Modelos de teto ficam limpos com pano
seco e macio ou aspirador de pó.
11. Armários e gavetas livres de umidade
Sempre lotados de roupas e fechados, os armários e gavetas podem
esconder vestígios de mofo. Para removê-lo, esfregue um pano levemente
embebido em água sanitária diluída e deixe as portas abertas por algumas
horas. Se houver sapatos ou peças de roupa emboloradas, retire-as e
limpe-as antes de devolvê-las ao armário. Para manter o mofo sob
controle, faça pequenos sachês de tule e giz escolar e coloque-os nas
extremidades.
12. Você sabe mesmo limpar espelhos?
Nada mais alto astral do que espelhos sem marcas de dedos e sem poeiras
nos cantinhos. Esqueça o velho truque de esfregá-los com jornal. Além
de deixar resíduos de tinta, a técnica pode produzir riscos. O jeito
certo? Primeiro, tire a gordura com água, gotinhas de detergente e
esponja. Depois, passe álcool com um pano macio que não solte fiapos,
como fralda de pano ou gaze. Produtos específicos, como limpa-vidros,
não são necessários. Segundo especialistas em limpeza, as misturas
caseiras funcionam melhor e custam menos.
13.Verde em casa
A presença de plantas em casa é mais do que um mero elemento
decorativo. Elas têm muito a nos ensinar. Aprenda com as plantas a viver
o hoje intensamente e a aceitar o eterno ciclo de mudança de estações
como uma bênção. Receba cada fase como um novo começo, e não como um
novo fim. Tenha em mente que é sempre possível replantar, mudar de
terra, trocar o vaso. Os budistas dizem que, se pudéssemos perceber
claramente o milagre que representa uma simples flor, nossa vida mudaria
por completo. Cerque-se de diferentes espécies e crie o hábito de
montar arranjos em vasos com flores de corte. Troque a água a cada dois
dias, para mantê-lo vistoso por mais tempo, e pingue três gotas de água
sanitária para eliminar as bactérias.
14. Deixe o sol entrar
A janela é um espaço privilegiado da casa. Ela emoldura a paisagem e
funciona como uma ponte entre o que está dentro e o que está fora.
Quando pensar em cortinas, não queira isolamento. Modelos pesados – como
os de veludo, usados em teatros – só são bem-vindos como um jeito
inteligente de dividir ambientes. Nas janelas, as cortinas devem ser
cúmplices da luz. Dê preferência aos tecidos de fibra natural. Além de
permitir que a luz entre de forma difusa, eles contribuem para deixar o
ambiente acolhedor. As persianas também são boas aliadas no controle da
quantidade de luz que queremos no espaço, e você ainda pode compor o
modelo e o material (tecido, tela, madeira) com o restante da decoração.
15. A alegria do lar
Tem coisa melhor do que, após uma longa e cansativa viagem, poder
deitar na sua cama, encostar a cabeça no travesseiro, fechar os olhos e
constatar: “Enfim, em casa!”? Viajar é ótimo, mas voltar ao lar é melhor
ainda. Lá estão seus livros, quadros e outros itens favoritos. É o
lugar em que você pode andar de pijama ou almoçar no sofá enquanto
assiste à TV. A casa deve ser um refúgio no qual você se reconheça em
todos os objetos e móveis. Portanto, deixe-a com a sua cara e aprenda a
curtir cada centímetro dela.
16. Para curtir e relaxar
Ambientes perfumados estimulam os sentidos e alegram o dia. Invista em
velas, incensos e vaporizadores com óleos essenciais. Mas cuidado para
não exagerar no perfume, porque o odor pode se tornar enjoativo. Outra
sugestão relaxante é reservar tempo na semana para curtir um bom banho.
Prepare um esfoliante com duas colheres (sopa) de aveia em flocos finos e
duas colheres (sopa) de mel, que tem poder suavizante e calmante.
Umedeça o corpo e passe a mistura em movimentos circulares. Depois tome
uma chuveirada e retire o creme.
17. Tecidos que envolvem
Não importa se é para receber os amigos ou para se esparramar enquanto
assiste a um filme. Ter um bom sofá é garantia de ambiente acolhedor.
Investir em um modelo com boa estrutura é fundamental, mas não se
esqueça de dar atenção ao revestimento: o algodão, o linho e os veludos
lisos, cotelês ou os jacquards são ótimos ao toque e fazem a diferença
no conforto do móvel. Estampas miúdas podem ser usadas sem medo. Já as
mais marcantes ficam ótimas em almofadas ou peças pequenas.
18. Conforto térmico
Deixar a casa quentinha está cada vez mais fácil e acessível. São
inúmeras opções: pisos aquecidos que evitam o choque térmico na saída do
banho, aquecedores para as áreas interna e externa da casa, lareiras
portáteis, paredes revestidas de tecidos, tapetes felpudos. Sem contar a
boa e velha mantinha, que deve estar sempre à mão, próxima ao sofá e à
cama. Dê atenção também ao tipo de luz escolhido para o ambiente.
Prefira lâmpadas com temperatura de cor baixa, como 2.500 K e 2.700 K,
que emanem uma luz quente, deixando o espaço mais aconchegante.
Atelier Luiz Fernando Machado ( cartão), Coisas da Doris ( quadro de
cortiça), Dom Mascate ( chave), Panaceia ( sapatinho) e Spazio Donatelli
( tecido) (Foto: Carlos Cubi/ Editora Globo)
19. Quadro de lembranças
Memórias podem ficar guardadas no fundo do baú. Mas, se você quiser
ficar em contato com elas, que tal colocá-las em exposição em um lindo
quadro? Fotografias, o ingresso do cinema, um bilhete carinhoso, a
medalhinha da sorte, a embalagem de um presente, o retalho do tecido.
Vale tudo quando o objetivo é contar, por meio de pequenos objetos, uma
bonita história. Providencie uma placa de cortiça de aproximadamente 1
cm de espessura, cole-a sobre uma base de MDF e mande emoldurar. Agora,
basta prender as memórias com alfinetes, formando uma bonita composição.
Além de ser totalmente personalizado, seu quadro pode - por que não? -
mudar de tempos em tempos. Acrescente itens, remova outros, mantendo a
obra sempre em movimento. Se estiver muito difícil começar, bole algo
temático: seus anos de casamento, o primeiro filho, a melhor viagem da
sua vida, seus tempos de faculdade ou a história da sua família.
20. Tendência? Não, obrigado
Comum no universo da moda e inserida no mercado de decoração, a palavra
“tendência” pode ser uma armadilha. Estampas assim ou assado, cores
dessa ou daquela paleta. Esqueça isso! O real caminho para ter uma
decoração com personalidade é conhecer a si mesmo e saber identificar os
elementos que lhe trazem conforto físico e emocional. Esse processo de
descoberta pode ser longo! Não se cobre respostas imediatas, mas
mantenha-se aberto. Você e sua casa só têm a ganhar.
21. Não compre, faça
Borde a almofada, forre a cúpula do abajur, mostre seu talento para a
pintura sem uma tela na parede. Nada mais recompensador do que, na
decoração da sua casa, ter algo feito por você. Aproxime-se da sua
criatividade, vivencie o tempo de se dedicar a um projeto. Mesmo que o
espaço seja pequeno, crie uma pequena área onde lápis, lã, agulha de
tricô, máquina de costura, tecidos e papéis estejam à disposição. Se
você não tiver uma mesa só para isso, vale a mesa da cozinha ou da sala
de jantar. O importante é não se refugiar na velha desculpa: “No dia em
que eu tiver meu ateliê...”. Se você pode fazer com as próprias mãos,
por que vai comprar?
22. Use peças de família
Objetos que pertenceram aos antepassados – um móvel, um jogo de louça,
uma peça decorativa – podem ter um efeito transformador na decoração.
Independentemente do seu atual estilo, objetos herdados funcionam como
guardiões das experiências vividas e nos mantêm conectados às nossas
origens. Profissionais de design de interiores incentivam a adoção de
peças de família até mesmo nos projetos mais contemporâneos. Ímas de
geladeira, quadros, toalhinhas de crochê. O que lhe traz boas
lembranças?
23. O mundo na sua casa
Chá inglês servido na cerâmica japonesa. Esculturas mexicanas e, na
mesma estante, bonecas de Salvador. E que tal o cocar indígena enfeitar a
máscara africana? Artigos de povos e culturas diferentes contam
histórias de valentia, valores e respeito. Conectar culturas por meio da
decoração é uma forma de homenagear o que existe de humano em todos
nós. Promova esse encontro de tradições na sua casa. Livros de arte e
fotografia sobre diferentes lugares e épocas são bem-vindos.
24. Agregar sim, excluir não
Será que a disposição dos móveis e as funções dos cômodos privilegiam o
convívio da família na sua casa? Em tempos de defesa irrestrita da
privacidade – cada um tem seu quarto, sua TV, seu computador –, talvez
possamos questionar a supremacia do espaço delimitado por portas
fechadas. Repense sua sala de estar de modo a agregar a família: mais
vale um sofá desajeitado, que acomode todo mundo, do que um espaço
perfeito e impecável, utilizado apenas quando vocês recebem visitas.
25. Faça do embrulho outro presente
Uma simples lembrancinha fica ainda mais especial se estiver embalada
com carinho. Para criar embrulhos delicados e criativos, faça uso de
itens que você já temem casa e deixe a imaginação fluir. Vale reunir
páginas de livros antigos e até de palavras-cruzadas em vez de apelar
para o tradicional papel de presente. Reaproveite latas de alimentos e
forre-as com tecido ou papel para scrapbook. E que tal dar novo uso às
embalagens de marmitex? Não se esqueça de finalizar com fitas, laços e
tags com seu nome e o do presenteado.
26. Minijardins
Terrários são pequenos universos, microambientes. Não requerem prática,
tampouco habilidade. A manutenção é superfácil e eles duram anos. Para
mantê-los saudáveis, siga duas instruções: regue somente quando a terra
estiver seca – e sempre com um borrifador – e cuide da iluminação. Eles
gostam de luz indireta. Então, nada de colocá-los em frente à janela,
direto ao sol. Para montar seu exemplar, basta escolher um belo vaso de
vidro, plantas compatíveis com o frasco e harmoniosas entre si,
acrescentar um pouco de terra, carvão e pedriscos, e está pronto!
27. Patchwork na parede
Tecidos, cola branca e rolinho de espuma são os materiais necessários
para transformar rapidamente uma parede sem graça. Primeiro, recorte os
tecidos em vários retângulos. Eles podem ter tamanhos diferentes, se
você preferir. Dilua uma porção de cola branca em um terço de água. Com o
rolinho, passe a mistura na parede e cole os retalhos bem rentes uns
aos outros. Caso o pano apresente manchas, não se preocupe: elas sumirão
assim que a cola secar. Com o estilete, retire as sobras de pano dos
cantinhos.
28. Faça um pão
Os ingredientes são simples: farinha, água, sal e fermento. O processo é
um aprendizado: misturar os ingredientes com as mãos, sentir a textura
da massa, esperar que ela cresça e acompanhar seu cozimento dentro do
forno. Ao invadir todos os cantos da casa, o cheirinho do pão assado
traz uma felicidade simples e poderosa, às vezes sequer notada na
correria do dia a dia. Quando for degustá-lo, sinta a textura da casca,
assista à manteiga derreter. E passe um cafezinho.
29. Uma nova chance
A cômoda velhinha, com gavetas emperradas e há anos abandonada no
quarto de despejo, merece atenção. Embora seja trabalhoso recuperar um
móvel, a sensação de dar a ele uma nova vida é muito prazerosa. Tecidos
adesivos, pinturas especiais, marceneiros e restauradores são capazes de
operar milagres em peças até então desacreditadas. Invista tempo e
energia nisso. Recuperar um móvel é fazer as pazes com o passado.
30. Cheirinho bom
Além de perfumar e deixar as roupas, armários e roupas de cama e banho
mais macias, as águas demais macias, as águas de passar matam ácaros e
mofo, que acabam se acumulando em nossa casa – por mais limpa que ela
seja! A solução deve ser usada no ato de passar as peças com o ferro.
Ela tem a função de facilitar esse processo e ainda deixa a roupa com
aroma gostoso. Ao trocar os lençóis, pulverize um pouco no colchão
também. É uma dica simples, mas que transforma o simples fato de abrir o
armário em uma deliciosa experiência olfativa. Siga esta receita:
misture 300 ml de água filtrada, 100 ml de álcool de cereais, álcool
líquido ou base para perfume, 1 colher de sopa de amaciante e 20 ml de
essência. Pode ser que a mistura esquente um pouco, mas isso é normal,
devido a uma reação química entre a água e o álcool. Coloque em um
recipiente com borrifador e, antes de usar, não se esqueça de agitar o
frasco.
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Revista Casa&Jardim